segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Jornalista Cicero Lima mostra a Pop 2019

A Pop 110i é a moto mais barata comercializada pela Honda no Brasil. No modelo 2019, a moto que usa motor de um cilindro e 110 cc, receberá o sistema de freio combinado, chamado de CBS (Combined Brake System). Com o novo sistema, o acionamento do freio dianteiro é simultâneo com o traseiro. Mesmo que o piloto pise apenas no pedal do freio de trás, parte da força de frenagem é transmitida para a roda da frente. O sistema ajuda muito o pessoal que é inexperiente e não sabe usar direito os freios.
Além da mudança no freio, a Pop 2019 também ganhou uma nova capa de banco com textura sensível ao toque que evita o escorregamento, aumentando o conforto do piloto e passageiro.
Lançada em 2007 como Honda Pop 100, com motor de 100 cilindradas, a pequena moto fez grande sucesso principalmente na região Nordeste, região que acumula 70% das suas vendas.
Lançada em 2007 a Pop sempre foi sinônimo de versatilidade e resistência. O sucesso do modelo é comprovado pelas vendas que superam hum milhão e cem mil unidades. Hoje, em qualquer lugar do Brasil, é fácil ver uma Pop que "pipoca" em nossas ruas e estradas.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Se eu fosse você deixaria a moto no estacionamento

Estacionamento do shopping Midway Mall,Natal (RN)
Depois de conseguir sua "carta de moto", enfim chega o primeiro dia de ir para o trabalho ou a escola com a sua nova companheira de duas rodas.
A coisa mais normal é sentir medo e insegurança. As mãos tremem, ficam frias e suadas... Não se preocupe, isso é bastante comum!
Antes de sair da casa, já pense onde deixará sua moto. O mais legal seria investir num estacionamento com acesso fácil, em ladeiras. 
Se for coberto é melhor ainda pois estará protegida dos raios solares. Outra comodidade é pode ser arrumar com calma ante de sair com a moto.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Ratos, baratas e outros bichos nojentos

Capacete no chão pode atrair vírus e bactérias que causam doenças
Leptospirose é causada pelo contado da pele com a urina dos roedores e também de cães. Mais comum nas enchentes, esse contato também pode ocorrer em áreas secas. Em muitas cidades os ratos costumam sair dos bueiros e caminhar pelas sarjetas em busca de alimentos enquanto os cães fazem xixi na calçada para demarcar território ou se aliviar.
Outros bichos "nada simpáticos" também adoram perambular pela calçada, entre eles as famigeradas baratas. Esse inseto nojento pode até transmitir a hepatite A, também conhecida como amarelão, que ocorre por inflamação no fígado causada por um vírus. A transmissão acontece por ingestão de água ou, alimentos contaminados ou manipulação de objetos pessoais que estiverem contaminados. Os principais sintomas são: febre, dores abdominais, náuseas, e ainda diarreia por pelo menos um mês.
Com tantos riscos, deixar o capacete no chão – próximo à sarjeta – é uma atitude arriscada e anti-higiênica. Além da leptospirose, existe o risco de contato com bactérias, vírus e germes que podem causar graves enfermidades.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Para quê tirar carta de moto

Para não sofrer no trânsito

Motociclista não fica parado no ponto de ônibus. Também não passa um tempão espremido no vagão do trem vendo o relógio passar. Quem usa moto não perde tempo, com ela não existe engarrafamento e na hora de estacionar a moto cabe em qualquer cantinho.









Para economizar uma grana
Os muquiranas também adoram a moto, pois gastam pouco. Para ir assistir ao jogo no campo do Corinthians, na Zona Leste de São Paulo, partindo da estação da Luz são 50 km (ida e volta). Para ir de Metrô vai gastar R$ 8,00 com duas passagens e o trajeto demora 45 minutos.
Com uma moto o custo é de R$ 4,20 (ida e volta) e o percurso é feito em 20 minutos. Esse valor só é possível porque a moto percorre mais de 40 km com um litro de combustível.


Para viajar de moto
Quem gosta de viajar também será muito feliz com uma moto. Tanto faz se é um modelo grande ou pequeno, com uma motocicleta é fácil (e barato) percorrer o Brasil conhecendo lugares bacanas e gastando pouco. Uma viagem de uma semana pela Região Sul, custa menos de R$ 1.000 com direito a conhecer belas praias e montanhas. Só é preciso ser econômico na hora de preparar a bagagem.

                                             


Para fazer novos amigos
De moto você chega num posto de gasolina ou mesmo ao parar em um semáforo e, sem perceber, já está batendo papo com alguém. O mesmo acontece nas redes sociais, nas páginas específicas de modelos ou de atividades. Os motoclubes também reúnem muitos motociclistas que se tornam grandes amigos.

                                                              







Para praticar esporte com a moto
Quem curte adrenalina também é feliz em duas rodas. Pois pode praticar esportes como a motovelocidade ou o motocross. Quem quer gastar pouco (e se divertir muito) pode curtir a liberdade de “fazer uma trilha”. Para isso basta o equipamento de segurança e um modelo off-road e pronto! É diversão garantida.

                                                          





Pra descobrir novos lugares
Alguns lugares do Brasil são de difícil acesso e para conhecê-los nada melhor do que uma moto. Um exemplo é região da Serra da Canastra (MG), com uma moto é possível percorrer todo o parque, acampar e desfrutar de cachoeiras e visuais praticamente inacessíveis para outro tipo de veículo.



                                                            

Para ser um colecionador
Muita gente que gosta de moto, não se liga apenas em rodar com ela. Alguns transformam a paixão em um hobby. Não é difícil alguém que deixa a moto na sala ou tem uma coleção de modelos antigos. Personalizar a moto ou fazer serviços mecânicos também é um hobby muito comum entre os motociclistas.


                                                             


Para trabalhar
Para milhões de brasileiros a moto é uma ferramenta de trabalho. Os motoboys são comuns nos grandes centros urbanos, enquanto os mototaxistas são indispensáveis nas cidades do interior. Outros improvisam e usam a moto de forma inusitada, como o vaqueiro Onias Almeida e Silva, 52 anos. Ele trocou seu cavalo pela moto e a usa para recolher as castanhas de caju e no manuseio do gado em Altos, no Piauí.